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Aterro sanitário “Lixão” de Caieiras: População sofre com mau cheiro

Aterro sanitário “Lixão” de Caieiras: População sofre com mau cheiro

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A quase vinte anos o lixão da Essencis inferniza a vida dos caieirenses, causa além da fedentina problemas de saúde, principalmente respiratórios e quem mais sofre são os velhos e crianças.

Seus malefícios já foram cantados em versos e prosas, as autoridades sempre fizeram ouvidos de mercador, denunciado até ao Bispo de Bragança por armazenar resíduos tóxicos altamente perigosos, não cumprir o projeto original que era de “primeiro mundo” conforme a propaganda estilo “Goebels” da época, simplesmente virou um aterro sanitário de baixo custo.

Parece pela matéria publicada no site que a Prefeitura descobriu o lixão, se as autoridades municipais quiserem mais informações oficiais, é só procurar pelas denúncias em seus arquivos, na CPI da Câmara que fez a importantíssima apuração de que a Essencis paga regularmente seus impostos, no COMCID, na Secretaria do Meio Ambiente, na CETESB e claro….. para o Bispo.

Leiam o texto publicado pela Prefeitura conscientizando-se de repente sobre o lixão, aquele mesmo que no projeto original seria um exemplo para o mundo e graças a esperteza da Dirce Navarro (não a minha mãe, a prima ) foi uma deslavada mentira.

Prefeitura de Caieiras cobra resposta da Essencis sobre mau cheiro do aterro sanitário

Publicado em 17/01/18 04:08 PM

A Prefeitura de Caieiras, por meio de seus canais de comunicação, como a Ouvidoria Municipal e as redes sociais, passou a receber, nos últimos dias, um grande número de reclamações a respeito do mau cheiro proveniente do aterro sanitário da Essencis Soluções Ambientais.

A Ouvidoria, atenta a tais questionamentos, entrou em contato com a empresa, que, em nota, informou que “entre os dias 11 e 17 de janeiro recebeu cargas de resíduos provenientes de um incêndio ocorrido num galpão de distribuição de alimentos localizado na cidade de Osasco que, conforme veiculado pela imprensa, causou emissões de substâncias odoríferas fora dos padrões normais.

A nota continua, afirmando que “tendo em vista as manifestações recebidas através de nossos canais de comunicação, informamos que imediatamente paralisamos o recebimento de tais cargas”.

A Essencis por fim, informou também que, ainda na quarta-feira (17), protocolará uma resposta oficial sobre o assunto para a Prefeitura.

A Prefeitura de Caieiras reforça que está atenta às demandas dos munícipes que podem entrar em contato através da Ouvidoria pelos telefones 156 e 4445-9265 ou via Redes Sociais através da página da Prefeitura.

Fonte: caieiraspress.com.br

E foi só isso? Porque na “nota” de esclarecimento, a empresa responsável pelo aterro, não colocou quantas toneladas foi depositado no local? A prefeitura e a secretaria de meio ambiente foram avisados com antecedência? A defesa civil foi avisada e emitiu alerta? A vigilância epidemiológica estava sabendo?

Essa “nota” da prefeitura mais parece recita pra bolo.

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Comentários

Flávio Bordino Klein

São duas principais questões que devem ser tratadas: 1) A operação de aterros sanitários, sendo aprovado por meio do licenciamento ambiental, é uma exigência da Política Nacional de Meio Ambiente (Lei nº 6.938/81) e outras leis e normas relacionadas. O aterro da essencis, legalmente, atende a essas condições. Isto é, a sua operação possui legitimidade. Mas isso não quer dizer que essa aterro atende aos interesses e demandas da população: os impactos causados à população no entorno dele (maus odores, problemas de saúde e respiratório, dentre outros) é uma prova incontestável de que essa legitimidade é uma verdadeira farsa orquestrada pelas instituições que regram esse processo. O aterro em sí não é um problema: seu problema está na quantidade de resíduos recebidos que, obviamente, é muito acima da capacidade do local. E por que a Essencis atua dessa forma? Simples: porque ela busca maximizar a sua economia de escala. Quanto mais lixo, melhor pois há um aproveitamento máximo do aterro (equipamentos, mão de obra, amortização do custo da licença ambiental). Caieiras se tornou assim o maior importador de resíduos sólidos da América Latina, recebendo a entropia (lixo) de seus vizinhos em troca de uns trocados na forma de impostos em detrimento da desvalorização imobiliária, doenças, transtornos e mau-estar para a população do entorno. Vale mesmo a pena mantê-lo? 2) Muitas pessoas ficam revoltadas e indignadas com a Essencis por todos esses problemas que ela causa à luz da suposta legitimidade, por ter estampada sua licença ambiental que a rotula como "adequadamente adequada". Ora, e quem é que legitima esse processo? quem é que diz que a Essencis é adequada, que sua licença está de acordo com os requesitos legais? É a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo - Cetesb. Essa é talvez mais problemática para a população de Caieiras e que deveria ser alvo de questionamentos e de uma mobilização social, inclusive questionada ao Ministério Público (e outras instituições) se a licença que ela concede à Essencis tem mesmo validade. Quer dizer, ao conceder a licença ambiental, a Cetesb está dizendo à população de Caieiras que desconhece esses impactos e problemas amplamente divulgados. É como se a população não tivesse nenhum significado e relevância para esse órgão estadual que tem a legitimidade para aprovar ou desaprovar empreendimentos que causam impactos ambientais. Ver relatório emitido pela Cetesb: http://arquivos.ambiente.sp.gov.br/consema/2017/10/sumula_do_parecer_tecnico_cetesb_106_17_ipsr_sobre_o_eia_rima_ctva_caieiras.pdf Existem muitos casos de favorecimento pelas entidades da administração pública para atender interesse privados, como concessão de licenças, autorizações, aprovações em processos licitatórios e contratos administrativos. Seria esse o caso da relação entre Essencis e Cetesb?

Samara

Ola, estou lendo essa materia hoje dia 26 de junho de 2018 e só tenho uma coisa a dizer, está cada vez pior. Nada acontece, nenhuma lei é aplicada, pelo menos é o que parece e o cheiro de chorume se faz cada vez mais frequente e pior. Calor, frio ou chuva tem que manter a casa toda fechada pra que o cheiro do lixo fique do lado de fora e as vezes nem adianta. E pode reclamar na prefeitura que nada é feito.

Edilson Luis da Silva Degenova

Como pode , tremenda falta de respeito com nós moradores desse lugar quem está do lado de fora não tem noção do descaso que passamos aqui tem dia que não dá para respirar com um terrível odor , fora o pó e as alergias na pele , pois é não aparece um órgão se quer para ajudar essa população , que foi enganada comprando terrenos para viver em paz saindo do aluguel agora passa o dia respirando esse pó com cheiro podre e no céu milhares de urubus !

João Bispo dos Santos Filho

Aterro Sanitário volta a funcionar a todo vapor e cheiro mal a população sofre com está porcaria.

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